O catálogo é a materialização final da organização da biblioteca. Interlocutor de leitura e mapa, ele indica sua estrutura e os caminhos possíveis a serem percorridos dentro dela. Em tori hekau, é também uma forma de diário de processo; uma curadoria de estudo poético, na qual mesmo após a finalização do trabalho, se mantém abertas as portas da curiosidade e da (re)descoberta sobre a coleção.